São Paulo

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São Paulo é a capital brasileira da Correria, do Trânsito, da Muamba, da Garoa, do CO2, das Dorgas, do Rap, do Chops, do Pastél, da Loucura e da Insanidade.

Se você for em mais de três lugares da cidade, 80% do seu dia vai ser no trânsito.

Em São Paulo pode-se ir andar de metrô, ir no museu do Ipriranga, no Playcenter, no Ibirapuera, na 25 de Março, nas Águas Espraiadas pra pegar uma farinha, no Mercado Municipal, no Butantã, no pico do Jaraguá e em mais um monte de outras quebras como a Cocaínolândia e Maconholândia... Mas geralmente você só vê São Paulo mesmo quando passa pela marginal e vê o Praycenter aí sempre tem um que fala: "Ó o Praicenter!" "Olha a Montanha Russa volta de ré! e antes disso o outro já tinha perguntado "Quem Peidou", aí o idiota explicou: "...não é peido, é o Rio Tietê!" Olha o Avião!

Índice

Lugares

Zona Oeste

Conhecida suas bichas enrustidas que não levantam nenhuma suspeita de suas atividades comerciais de natureza sexual, embora todo mundo saiba o que eles fazem.

A Zona Oeste de São Paulo foi colonizada em 1842 pelos nativos da Enrustidônia, uma das 24 repúblicas da Boiolinávia.

Os enrustidônios chegaram à cidade com uma mão na frente e outra atrás porém como eram bem-parecidos podiam ter qualquer trabalho que quisessem, porém a prostituição é uma tradição na Enrustidônia, e os enrustidônios preferiram manter a tradição e invadiram discretamente as esquinas da Zona Oeste de São Paulo.

Zona Leste

Conhecida por ter em cada esquina uma bicha afeminada vendendo o corpo.

A Zona Leste de São Paulo foi colonizada em 1824 pelos habitantes do Elamachostão, uma das 24 repúblicas da Boiolinávia (qualquer semelhança com Elamacho do inglês Shemale NÃO é mera coincidencia).

Os habitantes do Elamachostão são conhecidos pela extrema dificuldade de se distinguir seus gêneros, visto que todos parecem fêmeas, falam como fêmeas e andam como fêmeas, sendo possível possível identificar o gênero apenas se o habitante ficar pelado.

Devido a essa peculiaridade os habitantes do Elamachostão não conseguiram empregos normais e foram forçados a se prostituir.

Zona Norte

Exatamente o contrário da Zona Sul de São Paulo: em suas esquinas fazem ponto as bichas mais magras de São Paulo. Puro osso mesmo.

A Zona Norte de São Paulo foi colonizada pelos miseráveis, famintos e inanes habitantes da Baitolânia, uma das 24 repúblicas da Boiolinávia.

Ao contrário dos gaypônios, os baitolânios viviam numa fome de dar dó, poi só tinham para comer algumas folhas secas de muxiba que cresciam no alto das montanhas da Boiolinávia. E era tão rara que só comiam a cada quarenta dias. E nem eram cristãos.

Os baitolânios souberam de uma terra que manava leite e mel e onde poderiam se fartar de comida, bom ao sul da terra brasilis.

Esperançosos, eles se mudaram para São paulo e descobriram que era tudo mentira e que a única fartura que tinha lá era de fumaça de gás carbônico. Sem muita opção os baitolânios decidiram vender o corpo em troca de comida e assim surgiu a Zona Norte.

Zona Sul

Mior ponto de encontro de bichas gordas da cidade de São Paulo.

A Zona Sul de São Paulo foi originalmente colonizada pelos habitantes da Gaypônia, uma das 24 repúblicas da Boiolinávia. Os gaypônios são conhecidos por serem brancos e extremamente obesos, e sua obesidade só tendia a aumentar com o frio da Gaypônia.

Em coletividade os habitanes decidiram migrar para a Zona, onde acreditavam que emagreceriam devido ao calor de São Paulo, mas o máximo que conseguiram foi estabilizar sua obesidade.

Sem nenhum talento especial, os gaypônios não tiveram escolha a não ser vender seus corpos imensos na Zona, onde estão até hoje.

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