Ayrton Senna

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Sobre

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A nossa cópia pirata, a Wikimerda Wikipédia, tem um artigo (sem credibilidade) sobre: Ayrton Senna.

Ayrton Senna da Silva, nascido em São Paulo e morrido em Bolonha, Itália, foi um gayboy e automobilista brasileiro considerado o melhor piloto do mundo (o que não quer dizer muita coisa). Num país miserável e desprovido de heróis, até às 11h20min de 21 de Dezembro de 2014 (ou seja: até você ler essa sandice) foi reverenciado como um, embora não tenha feito porra nenhuma pelo bem da humanidade além de morrer.

Índice

Biografia

Início de carreira

Senna não ficava só na pole position. Também gostava da pole dance.

Nascido em uma tradicional família aristocrática e anti-nordestina de São Paulo, Ayrton teve seu primeiro contato com o automobilismo e o baitolismo ao pilotar seu primeiro no autódromo de Interlagos, um local hoje conhecido como ponto de viadagens. Daí para ingressar na Fórmula 3 e depois na Fórmula 24 foi um pulo. De tão bom piloto que até sem gasolina vencia corridas, Ayrton foi convidado para correr na Fórmula 1.

Discípulo do mestre Chiquinho Scarpa, o mais famoso gayboy do Brasil, Senna levou o segredo de sua baitolice para o túmulo andando ao lado de belas mulheres como Xuxa e Adriane Galisteu (diferente do mestre Chiquinho Scarpa, Senna nunca foi pego na cama com dois machos por suas namoradas).[1]

  • No Grande Prêmio de Hockenheim, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto alemão Michael Schumacher.
  • No Grande Prêmio de Suzuka, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto japonês Satoru Nakajima.
  • No Grande Prêmio de Silverstone, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto inglês Nigel Mansell.
  • No Grande Prêmio de Nevers, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto francês Alain Prost.
  • No Grande Prêmio de Estoril, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto brasileiro Nelson Piquet.

Mas o grande amor da vida de Ayrton Senna foi o jornalista Galvão Bueno, que se declarava a cada "Ayyyyyrton Senna do Brasilllll".

A briga com Nelson Piquet e Alain Prost

No ano de 1988, Ayrton Senna ficou sumido das pistas e das manchetes. Segundo Senna, ele sumiu "para que Piquet aparecesse um pouco". Nelson Piquet retrucou rapidamente dizendo a um jornalista o seguinte: "Quero responder a esse viado FDP. Ele andou sumido pra não explicar por que não gosta de mulher. É por que...". A Globo abafou o caso e enterrou a sete palmos o comentário de Piquet, mas nós da Malucopédia traremos em primeira mão as palavras de Piquet na íntegra: "É por que nós fizemos um amor gostoso em Estoril e ele ficou uma temporada inteira sem poder sentar o rabo no banco do carro, aquele baitola ingrato e falso." Ou seja, a lendária inimizade de Senna e Piquet nada mais era do que rancor de ex-casal.

Outro ex-amante de Senna que botou a boca no trombone (puta expressão mais anos 80 essa) foi piloto francês Alain Prost. Ex-parceiro de equipe, Prost revelou que Senna evitava as moças de shortinho que frequentam os pit-stops porque preferia os mecânicos, o que deixava Prost louco de ciúme. Alain Prost também se ressentia de Senna por ele tê-lo traído e trocado por um "amigo" de infância que era "massagista" (de bordel).

Mas Senna não era nem um pouco santo. Desconfiado de que Prost pulava a cerca, Senna tentou matá-lo no Grande Prêmio de Suzuka, Japão, em 1990, mas tudo que ele conseguiu foi tirá-lo da pista. Pois é, não há fúria maior que a de um piloto de Fórmula 1 do cu arrombado.

A morte de Ayrton Senna

A imprensa escondeu a obscura verdade sobre a morte do piloto, revelada só agora:

Quando estava chegando à curva Tamburello, Senna teve uma visão de "Deus". segue uma transcrição da conversa que ele teve com o dito cujo, gravada pelos técnicos da Mclaren:

  • Senna: Deus, que chifres grandes você tem.
  • "Deus": São a última moda lá no céu.
  • Senna: E essa cauda pontuda que você tem.
  • "Deus": É um novo look.
  • Senna: E essas asas de morcego.
  • "Deus": São mais aerodinâmicas que as de pomba.

Fim da transcrição.

Ver também

Referências


Ligações externas


Homem do ano de 1989
Aqueles que deixam os machos orgulhosos: Fodão de 1989: Fernando Collor Culhões de 1989: O chinês que parou a coluna de tanques
Aqueles que deixavam os machos orgulhosos mas hoje desonram a macheza:
Queridinhos de mulheres e gays:


Gays, sem sombra de dúvida: Chorão de 1989: Ayrton Senna
Homem do ano de 1990
Aqueles que deixam os machos orgulhosos: Fodão de 1990: Zélia Cardoso de Mello Culhões de 1990: Ayrton Senna
Aqueles que deixavam os machos orgulhosos mas hoje desonram a macheza: Espancador de mulheres de 1990: Saddam Hussein
Queridinhos de mulheres e gays:


Gays, sem sombra de dúvida:


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