Ayrton Senna

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Senna não ficava só na pole position. Também gostava da pole dance.

Ayrton Senna da Silva, nascido em São Paulo e morrido em Bolonha, Itália, foi um gayboy e automobilista brasileiro considerado o melhor piloto do mundo (o que não quer dizer muita coisa). Num país miserável e desprovido de heróis, até às 07h18min de 18 de Junho de 2013 (ou seja: até você ler essa sandice) foi reverenciado como um, embora não tenha feito porra nenhuma pelo bem da humanidade além de morrer.

Índice

[editar] Biografia

Nascido em uma tradicional família aristocrática e anti-nordestina de São Paulo, Ayrton teve seu primeiro contato com o automobilismo e o baitolismo ao pilotar seu primeiro no autódromo de Interlagos, um local hoje conhecido como ponto de viadagens. Daí para ingressar na Fórmula 3 e depois na Fórmula 24 foi um pulo. De tão bom piloto que até sem gasolina vencia corridas, Ayrton foi convidado para correr na Fórmula 1.

Discípulo do mestre Chiquinho Scarpa, o mais famoso gayboy do Brasil, Senna levou o segredo de sua baitolice para o túmulo andando ao lado de belas mulheres como Xuxa e Adriane Galisteu (diferente do mestre Chiquinho Scarpa, Senna nunca foi pego na cama com dois machos por suas namoradas).[1]

  • No Grande Prêmio de Hockenheim, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto alemão Michael Schumacher.
  • No Grande Prêmio de Suzuka, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto japonês Satoru Nakajima.
  • No Grande Prêmio de Silverstone, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto inglês Nigel Mansell.
  • No Grande Prêmio de Nevers, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto francês Alain Prost.
  • No Grande Prêmio de Estoril, Senna manteve um tórrido romance secreto com o piloto brasileiro Nelson Piquet.

Mas o grande amor da vida de Ayrton Senna foi o jornalista Galvão Bueno, que se declarava a cada "Ayyyyyrton Senna do Brasilllll".

[editar] A morte de Ayrton Senna

A imprensa escondeu a obscura verdade sobre a morte do piloto, revelada só agora:

Quando estava chegando à curva Tamburello, Senna teve uma visão de "Deus". segue uma transcrição da conversa que ele teve com o dito cujo, gravada pelos técnicos da Mclaren:

  • Senna: Deus, que chifres grandes você tem.
  • "Deus": São a última moda lá no céu.
  • Senna: E essa cauda pontuda que você tem.
  • "Deus": É um novo look.
  • Senna: E essas asas de morcego.
  • "Deus": São mais aerodinâmicas que as de pomba.

Fim da transcrição.

[editar] A briga com Nelson Piquet e Alain Prost

No ano de 1988, Ayrton Senna ficou sumido das pistas e das manchetes. Segundo Senna, ele sumiu "para que Piquet aparecesse um pouco". Nelson Piquet retrucou rapidamente dizendo a um jornalista o seguinte: "Quero responder a esse viado FDP. Ele andou sumido pra não explicar por que não gosta de mulher. É por que...". A Globo abafou o caso e enterrou a sete palmos o comentário de Piquet, mas nós da Malucopédia traremos em primeira mão as palavras de Piquet na íntegra: "É por que nós fizemos um amor gostoso em Estoril e ele ficou uma temporada inteira sem poder sentar o rabo no banco do carro, aquele baitola ingrato e falso." Ou seja, a lendária inimizade de Senna e Piquet nada mais era do que rancor de ex-casal.

Outro ex-amante de Senna que botou a boca no trombone (puta expressão mais anos 80 essa) foi piloto francês Alain Prost. Ex-parceiro de equipe, Prost revelou que Senna evitava as moças de shortinho que frequentam os pit-stops porque preferia os mecânicos, o que deixava Prost louco de ciúme. Alain Prost também se ressentia de Senna por ele tê-lo traído e trocado por um "amigo" de infância que era "massagista" (de bordel).

Mas Senna não era nem um pouco santo. Desconfiado de que Prost pulava a cerca, Senna tentou matá-lo no Grande Prêmio de Suzuka, Japão, em 1990, mas tudo que ele conseguiu foi tirá-lo da pista. Pois é, não há fúria maior que a de um piloto de Fórmula 1 do cu arrombado.


Referências



Homem do ano de 1989
Aqueles que deixam os machos orgulhosos: Fodão de 1989: Fernando Collor Culhões de 1989: O chinês que parou a coluna de tanques
Aqueles que deixavam os machos orgulhosos mas hoje desonram a macheza:
Queridinhos de mulheres e gays:


Gays, sem sombra de dúvida: Chorão de 1989: Ayrton Senna
Homem do ano de 1990
Aqueles que deixam os machos orgulhosos: Fodão de 1990: Zélia Cardoso de Mello Culhões de 1990: Ayrton Senna
Aqueles que deixavam os machos orgulhosos mas hoje desonram a macheza: Espancador de mulheres de 1990: Saddam Hussein
Queridinhos de mulheres e gays:


Gays, sem sombra de dúvida:


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